Participação da família no aprendizado na escola

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Muito se tem falado e refletido sobre a questão dos pais no cotidiano de seus filhos na escola. Quais os pontos positivos e negativos dessa parceria? 

Dentro da sala de aula, os filhos estão à mercê dos cuidados do professor e da companhia de seus colegas; entretanto, a família não sabe e tampouco pode controlar o que é transmitido para seus filhos como verdades absolutas. As crianças, muitas vezes, são alvos de bullying ou são as próprias praticantes, e a família só fica sabendo do fato quando a escola entra em contato, porém, pode ser tarde demais para os complexos criados em cima da criança. Ok, a solução para isso tudo seria manter os alunos sob vigilância de seus familiares, certo?!

Vamos por partes. Quando a família de uma criança decide matriculá-la em uma determinada escola, ela não deve levar em consideração pura e simplesmente a proximidade da instituição em relação à sua casa. Ali será o lugar onde o filho passará a maior parte do seu dia, portanto, é fundamental que se saiba, a priori, o que ele encontrará por ali. Independente de valores religiosos, morais, éticos e/ou sociais, todos nós compactuamos mais com certos valores e menos com outros; logo, não será do meu interesse matricular meu filho em uma escola que vai contra os meus ideais e eu, como responsável legal da criança, devo saber quais ideais são esses antes de cogitar a matrícula.

Quanto ao bullying, infelizmente não se pode esperar que a família do colega de classe tenha se preocupado com os mesmos valores educacionais que você, de modo que fizesse com que a criança sentisse necessidade de tirar sarro da outra. Não será, todavia, com a presença de um familiar na aula que as causas e as consequências do bullying pararão. Veja bem, estamos tratando de idade pré-escolar; o bullying não se limita a essa pouca idade. Tendo ciência de que seus filhos não encontrarão pessoas com os mesmos princípios éticos, é de extrema responsabilidade da família trabalhar a maturidade, a segurança, a autoestima e a sobrecarga emocional de seus filhos.





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